Engenharia de Software: Engenharia, mesmo?

Vamos supor que você, sentadinho aí, lendo esse post. Suponha que você precise construir um prédio e contrate uma empresa para isso.

A empresa pergunta a você o que você precisa e você dá uma breve idéia. Eles te trazem muitos documentos para que eles tenham certeza que vão fazer o que você quer. E uma condição: Você só pode ver o prédio depois de pronto  (e depois de pronto, você precisa aprovar a construção). O prazo para construção é de 1 ano. Você topa.

Acontece que, depois de 6 meses, você precisa de uma alteração: Quer que, no último andar, uma das salas do seu prédio possua teto solar. A empresa topa e promete entregar.  Porém, existem impeditivos (e custos) que não foram informados, e você tem uma bela surpresa na entrega: O teto solar não está como você pensava, e sequer atende as suas necessidades – e pior – o prédio não está como você imaginava . Você aprovaria a construção? Voltaria a fazer negócio com essa empresa?

Assim é o desenvolvimento de software hoje, com uma diferença: Não é necessário derrubar o prédio para construí-lo novamente. Basta aplicar as alterações e pronto: o software passa a atender a necessidade. Porém, a maneira como funcionam os projetos de software, na maioria das vezes, são como projetos de construções – só depois que a construção é feita, o cliente pode saber o que está sendo entregue. E acontecem problemas, como o desse vídeo aí em cima.

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