Porque ter colaboradores motivados deveria ser prioridade na sua empresa

Mas pera, Motivação tem a ver com Análise de Negócios? Tem sim senhor! Tudo o que tem a ver com a estratégia da empresa e formas de aumentar o ROI tem a ver com Análise de Negócio e são assuntos que devem ser tratados com prioridade na empresa.

Primeiro, eu queria que você visitasse o link aqui: Motivação pode aumentar produtividade do funcionário em até 50%

Uma empresa com colaboradores motivados tem aumento de produtividade,  reduz  a rotatividade, e tudo isso pode representar redução de custos para a empresa, e claro, associados a outras estratégias no negócio, podem levar a um aumento do ROI.

Mas eu, gestor, sou responsável pela motivação das pessoas? A resposta é: Não. Mas você pode tomar ações que podem incentivar que as pessoas se motivem. Por exemplo, temos o Jogo de Moving Motivators, criado pelo Junger Appelo, da Management 3.0.

O jogo normalmente é aplicado presencialmente, mas montei essa apresentação para que possa ser feito à distância:

Se você quiser imprimir as cartas, elas podem ser encontradas aqui:

Moving Motivators Download

Mais informações sobre Moving Motivators? Você encontra aqui:

Prática- Moving Motivators

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4 dicas para conseguir sua recolocação em Análise de Negócios

Uma das coisas que sempre me perguntam é: Como conseguir recolocação em Análise de Negócios? Onde estão as vagas?

Neste post, vou explicar onde procurar estas vagas e te ajudar a ser bem-sucedido(a) nas suas buscas.glassdoor-logo

No Glassdoor, grandes empresas anunciam suas vagas e também são avaliadas por colaboradores. Lá, é possível também ver algumas avaliações e dicas sobre o processo de entrevistas da empresa.

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Que o WhatsApp é o App favorito do Brasileiro, disso não há dúvidas. Mas você sabia que é possível fazer Networking e saber de vagas pelo WhatsApp? O grupo Análise de Negócios BR, além de vagas contém muitas dicas de Análise de Negócios. Vai lá!

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O LinkedIn é a rede social de Networking mais conhecida do mundo. Também é possível se conectar com outros Analistas de Negócio e ver vagas por lá!

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Reconheço o LoveMondays como a versão brasileira do Glassdoor. Lá, é possível se candidatar a vagas e também visualizar comentários de colaboradores sobre as empresas.

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Pra galera das antigas, o APInfo ainda é o melhor ponto para encontrar vagas da área de TI em geral. O site é leve e bem básico, mas não se engane: ele segue sendo bem prático pra quem procura vagas.

Tem algum site ou meio de encontrar emprego que eu não coloquei aqui? Quer ajudar a um colega? Deixe nos comentários.

 

O que McDonald’s e Design Thinking têm em comum?

Outro dia assisti ao filme “Fome de Poder”, que conta a história do homem que transformou o McDonald’s na grande potência que é hoje. O filme tá na Netflix e vale muito a pena, além da atuação de Michael Keaton, que adoro.

Mas queria dar destaque a um ponto específico, que acontece no início do filme. Os irmãos McDonald’s criam o Speedee System, que tem como objetivo reinventar todo o sistema de lanchonetes existentes até então. Separei esse trecho do filme que dramatiza bem essa parte:

O processo, a prototipação… Design Thinking na veia! Sucesso merecido.

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Personas: Chegando ao cerne do negócio com um mapa de empatia

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Em contextos voltados ao sucesso do cliente, uma das abordagens mais populares para mapear requisitos de cliente é o Mapa de Empatia, para mapear as personas.

Mas o que é isso?

Personas são personagens fictícios criados para representar os diferentes tipos de usuário dentro de um alvo demográfico, atitude e/ou comportamento definido que poderia utilizar um site, uma marca ou produto de um modo similar. Personas são uma ferramenta ou método de segmentação de mercado. O termo persona é usado amplamente em aplicações online e tecnológicas, bem como em publicidade, onde outros termos como retratos de pena também podem ser usados. (Wikipédia)

Tá, entendi. Então vamos criar personagens fictícios para representar usuários? Sim!!! E por que se faz isso?

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Sobre a necessidade de desligar

Já confessei e repito: Sou apaixonada pelo que faço. Nem sempre da forma mais certa, mas apaixonada o suficiente pra me importar – e muito – com os resultados do que faço e o meu impacto profissional em outras pessoas.

E talvez eu seja antiquada nesse ponto, mas: tenho necessidade em desligar. Em desligar da vida online, do LinkedIn, de não atender telefonemas. Em me desligar e ficar totalmente offline.

Geralmente neste período desligada eu leio algo que gosto, livros de ficção, revistas, referências de decoração… Também gosto de trabalhos manuais, criar, cozinhar, comer, beber, meditar ou fazer exercícios. Ou até mesmo refletir sobre a vida e pensar textos como esse. Gosto de estar entre amigos e aprender com eles. Aprender seria minha palavra-chave. Tudo o que faço está ligado ao aprendizado, a me tornar uma pessoa melhor e a devolver isso para as respectivas áreas da minha vida.

O mundo que me cerca tem uma dinâmica diferente: O tempo todo chegam mensagens de WhatsApp (inclusive do grupo de Análise de Negócios que administro), mensagens do Facebook, Slack, LinkedIn, Hangouts, Skype, dentre outras redes ou aplicações. É importante estar conectado. Mas até quanto?

Percebo que frequentemente as pessoas perdem a mão nesse quesito.

Quando foi que nós deixamos de reconhecer pessoas plurais e passamos a exigir dessas pessoas que elas fiquem conectadas o tempo todo? Que respondam e-mails durante as madrugadas? Que atrelamos isso a um padrão ideal de trabalho, a comprometimento?

Quando foi que passamos a negar às pessoas qualidade de vida, assumindo que quanto mais tempo elas passam no trabalho, mais produtivas elas são?

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Ao invés de perguntar sobre documentação, aprenda com ela — Jorge Horácio “Kotick” Audy

Que tal um Doc Journey Map, como um Customer Journey Map inspirado em 5w2h e SIPOC? Conforme o porte da empresa, envolvem-se Governança, PMO, área de processos e representantes das equipes, trata-se de uma necessidade e responsabilidade da organização estabelecer alguns padrões e GQA necessário. Lembra SIPOC, trabalha uma espécie de 5w2h de origem a […]

via Ao invés de perguntar sobre documentação, aprenda com ela — Jorge Horácio “Kotick” Audy

Um salve a todos os estagiários e juniores

PAINT AND PAPER

Pensei neste texto enquanto fazia alguma coisa qualquer em casa, entre cuidar do jantar e arrumar minhas coisas para o dia seguinte. Eu tenho 35 anos e já sou casada, moro com meu marido e são muitos os afazeres do lar. E eis que numa lembrança feliz, lembrei dos juniores e dos estagiários que trabalham ou trabalharam comigo. Este texto é pra vocês.

Vocês podem estar se queixando de um momento da vida em que nada parece dar certo. Trabalham muito, estudam muito, ganham pouco, tem que “se virar nos trinta”. Muitas dessas experiências geram certa frustração, ainda mais quando, durante uma madrugada, entre um vídeo e outro no Youtube ou no intervalo de uma partida naquele famoso jogo online – você vê alguém falando em uma tecnologia completamente nova, e que a empresa em que você trabalha nem sonha o que seja. Isso se você conseguiu algum emprego.

O emprego entre estagiários e juniores é difícil de conseguir, ainda mais quando parece que você não tem diferencial algum. Ninguém valoriza aquilo que você é e o quanto você já estudou. Você queria sair dessa situação logo. Você pode olhar pra mim e dizer: ah mas você já é sênior, tem tantos anos de área e já conquistou muita coisa, como faz pra ser assim?

Eu vou dizer uma coisa pra vocês: Eu tenho inveja de vocês. Inveja porque eu já não tenho mais a energia que eu tinha quando estudava, trabalhava e ainda guardava um tempinho para fofocar na internet, pra conhecer algo novo e estudar algo novo. Hoje as coisas não são mais assim e eu tenho que conciliar trabalho, estudos (sim, ainda estudo) e os afazeres da casa, além de cuidar da minha saúde, alimentação, etc. (Isso porque não tenho filhos, se os tivesse, multiplica tudo isso por mais um).

Eu já passei por tudo isso que vocês passam agora. E com trabalho duro,  a gente sai do outro lado. Aproveitem a energia de vocês pra conhecer as coisas novas, para entender de um ou mais assuntos. Não percam o tempo de vocês se frustrando, porque tempo é precioso. Usem a vontade de fazer pra produzir algo novo e diferente. E ah, sim, cuidem das próprias carreiras. Não deixem que o façam por você.

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Sobre o PMBOK Ágil (Por Jorge Audy)

Fiz vários posts nas redes desde que as primeiras resenhas sobre o PMBOK 6ª edição começaram a sair, mas não aqui no blog para registro. Não é um passo a frente, é apenas o resgate de um gap de 30 anos, desde o mítico artigo de Takeushi e Nonaka em 1986 com “The New New […]

via PMI Agile Practice Guide – boas práticas ágeis há 30 anos — Jorge Horácio “Kotick” Audy

Utilizando Canvas para entender melhor seu produto

Dando uma pausa..pngJá é uma prática de mercado utilizar canvas para obtenção de dados para o que quer que seja, já vi scrum team canvas, machine learning canvas… Tem Canvas para todos os gostos. O canvas acabou caindo no gosto dos analistas, product owners e demais profissionais do mercado porque facilita o entendimento de todas as partes e direciona um brainstorm, por exemplo.

Uma das estratégias comuns para entendimento do produto (e da visão da empresa), são os Business Model Canvas e o Product Vision Board.  Vou focar, hoje, nestes dois canvas.

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Roube como um Analista de Negócios (Como assim?)

Outro dia, finalizei o microbook “Roube como um Artista“, e achei genial a forma com que o processo criativo se forma.

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No livro, Austin Kleon demonstra o processo criativo como uma coleção de experiências e referências passadas, bem como um pouco de confiança em si mesmo para explorar e tentar o novo.

Mas daí você pode me perguntar. Priscila, o que isso tem a ver com Análise de Negócios?

Gosto de pensar que a Análise de Negócios em si é um processo criativo, onde compartilhamos nossa experiência e nossos projetos passados, na esperança de melhorar empresas e promover transformação.

E como “Roubar como um artista” na Análise de Negócios?

  1. Conheça as técnicas de levantamento de requisitos, de mapeamento de processos e de conhecimento de negócio;
  2. Tente trabalhar em projetos diferentes em termos de negócio. Entenda de como os negócios se formam, não seja um especialista de uma única indústria, por exemplo: Analista de Negócios especialista em Bancos.
  3. Saia da sua zona de conforto e conheça analistas que fizeram coisas diferentes, pessoas que trabalham em áreas diferentes. Entenda como elas trabalham e se interesse genuinamente pelos processos e pelos motivadores das pessoas.
  4. Colecione estas experiências, mas também viaje, faça exercícios e compartilhe sua visão com as pessoas.

Tenha em mente que, quanto mais você experimentar, mais vivências você terá e mais formas de ajudar seus clientes você terá.

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