Estudo mostra relação entre comportamento da Geração Y e o novo líder de TI

Pesquisa mostra que os profissionais introvertidos darão lugar a executivos com alta capacidade de colaboração

CIO/EUA

Como a Geração Y – pessoas nascidas entre os anos 1980 e 2000 – vai contribuir para a transformação no perfil da liderança de TI? Esta pergunta serviu como base para um estudo realizado pela IBM, em 40 países, com mais de 3,6 mil estudantes universitários.

O levantamento mostra que, quando essa geração enxerga que a liderança depende de uma atuação baseada em ambientes colaborativos e em uma abordagem voltada à inovação. Além disso, o estudo aponta que os futuros líderes de TI serão profissionais multitarefa, com visão globalizada e focados em sustentabilidade.

Sete em cada dez pesquisados que estão em programas de graduação relacionadas à TI vêm ainda a criatividade como uma qualidade importante para o CIO. Para o líder da divisão de tecnologia da consultoria Armonk, o levantamento evidencia que o tradicional perfil do “nerd muito inteligente e relativamente introvertido” está ficando de lado no setor. Em contrapartida, deve aumentar o número de líderes preocupados em buscar novas formas de trabalhar, colaborar e compartilhar informações por meio de redes sociais.

Porta ressalta que, embora essas novas habilidades sejam fundamentais para o futuro, elas não substituem conhecimentos necessários atualmente, como a capacidade de gerenciar um data center ou administrar problemas técnicos.

O presidente e CEO da ITAC (associação de tecnologia de informação do Canadá), Bernard Courtois, diz não estar surpreso com os resultados demonstrados pelo estudo da IBM, mas ressalta que o verdadeiro diferencial do líder do futuro será saber usar a atuação nas redes sociais como uma real vantagem para os negócios. “É importante que haja uma reinvenção na maneira como as companhias e os grupos de trabalho atuam para que essa as vantagens prometidas pelas redes sociais sejam reais, como aumento de produtividade e multiplicação do conhecimento”.

Courtois lembra também que as ferramentas de redes sociais de hoje não possuem um foco adequado para o ambiente de negócios, o que representa um desafio para extrair suas vantagens. Mesmo assim, os líderes atuais que não reconhecerem a afinidade dos profissionais de amanhã com essas ferramentas ficarão comprometidos no mercado.

Publicada em 10 de setembro de 2010 às 13h16

Comentário Dezcontrole: Já passou da hora da gente tomar o comando J

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