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O que McDonald’s e Design Thinking têm em comum?

Outro dia assisti ao filme “Fome de Poder”, que conta a história do homem que transformou o McDonald’s na grande potência que é hoje. O filme tá na Netflix e vale muito a pena, além da atuação de Michael Keaton, que adoro.

Mas queria dar destaque a um ponto específico, que acontece no início do filme. Os irmãos McDonald’s criam o Speedee System, que tem como objetivo reinventar todo o sistema de lanchonetes existentes até então. Separei esse trecho do filme que dramatiza bem essa parte:

O processo, a prototipação… Design Thinking na veia! Sucesso merecido.

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Personas: Chegando ao cerne do negócio com um mapa de empatia

TIPS FROMSUCCESSFULPEOPLE.

Em contextos voltados ao sucesso do cliente, uma das abordagens mais populares para mapear requisitos de cliente é o Mapa de Empatia, para mapear as personas.

Mas o que é isso?

Personas são personagens fictícios criados para representar os diferentes tipos de usuário dentro de um alvo demográfico, atitude e/ou comportamento definido que poderia utilizar um site, uma marca ou produto de um modo similar. Personas são uma ferramenta ou método de segmentação de mercado. O termo persona é usado amplamente em aplicações online e tecnológicas, bem como em publicidade, onde outros termos como retratos de pena também podem ser usados. (Wikipédia)

Tá, entendi. Então vamos criar personagens fictícios para representar usuários? Sim!!! E por que se faz isso?

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Sobre a necessidade de desligar

Já confessei e repito: Sou apaixonada pelo que faço. Nem sempre da forma mais certa, mas apaixonada o suficiente pra me importar – e muito – com os resultados do que faço e o meu impacto profissional em outras pessoas.

E talvez eu seja antiquada nesse ponto, mas: tenho necessidade em desligar. Em desligar da vida online, do LinkedIn, de não atender telefonemas. Em me desligar e ficar totalmente offline.

Geralmente neste período desligada eu leio algo que gosto, livros de ficção, revistas, referências de decoração… Também gosto de trabalhos manuais, criar, cozinhar, comer, beber, meditar ou fazer exercícios. Ou até mesmo refletir sobre a vida e pensar textos como esse. Gosto de estar entre amigos e aprender com eles. Aprender seria minha palavra-chave. Tudo o que faço está ligado ao aprendizado, a me tornar uma pessoa melhor e a devolver isso para as respectivas áreas da minha vida.

O mundo que me cerca tem uma dinâmica diferente: O tempo todo chegam mensagens de WhatsApp (inclusive do grupo de Análise de Negócios que administro), mensagens do Facebook, Slack, LinkedIn, Hangouts, Skype, dentre outras redes ou aplicações. É importante estar conectado. Mas até quanto?

Percebo que frequentemente as pessoas perdem a mão nesse quesito.

Quando foi que nós deixamos de reconhecer pessoas plurais e passamos a exigir dessas pessoas que elas fiquem conectadas o tempo todo? Que respondam e-mails durante as madrugadas? Que atrelamos isso a um padrão ideal de trabalho, a comprometimento?

Quando foi que passamos a negar às pessoas qualidade de vida, assumindo que quanto mais tempo elas passam no trabalho, mais produtivas elas são?

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Ao invés de perguntar sobre documentação, aprenda com ela — Jorge Horácio “Kotick” Audy

Que tal um Doc Journey Map, como um Customer Journey Map inspirado em 5w2h e SIPOC? Conforme o porte da empresa, envolvem-se Governança, PMO, área de processos e representantes das equipes, trata-se de uma necessidade e responsabilidade da organização estabelecer alguns padrões e GQA necessário. Lembra SIPOC, trabalha uma espécie de 5w2h de origem a […]

via Ao invés de perguntar sobre documentação, aprenda com ela — Jorge Horácio “Kotick” Audy

Um salve a todos os estagiários e juniores

PAINT AND PAPER

Pensei neste texto enquanto fazia alguma coisa qualquer em casa, entre cuidar do jantar e arrumar minhas coisas para o dia seguinte. Eu tenho 35 anos e já sou casada, moro com meu marido e são muitos os afazeres do lar. E eis que numa lembrança feliz, lembrei dos juniores e dos estagiários que trabalham ou trabalharam comigo. Este texto é pra vocês.

Vocês podem estar se queixando de um momento da vida em que nada parece dar certo. Trabalham muito, estudam muito, ganham pouco, tem que “se virar nos trinta”. Muitas dessas experiências geram certa frustração, ainda mais quando, durante uma madrugada, entre um vídeo e outro no Youtube ou no intervalo de uma partida naquele famoso jogo online – você vê alguém falando em uma tecnologia completamente nova, e que a empresa em que você trabalha nem sonha o que seja. Isso se você conseguiu algum emprego.

O emprego entre estagiários e juniores é difícil de conseguir, ainda mais quando parece que você não tem diferencial algum. Ninguém valoriza aquilo que você é e o quanto você já estudou. Você queria sair dessa situação logo. Você pode olhar pra mim e dizer: ah mas você já é sênior, tem tantos anos de área e já conquistou muita coisa, como faz pra ser assim?

Eu vou dizer uma coisa pra vocês: Eu tenho inveja de vocês. Inveja porque eu já não tenho mais a energia que eu tinha quando estudava, trabalhava e ainda guardava um tempinho para fofocar na internet, pra conhecer algo novo e estudar algo novo. Hoje as coisas não são mais assim e eu tenho que conciliar trabalho, estudos (sim, ainda estudo) e os afazeres da casa, além de cuidar da minha saúde, alimentação, etc. (Isso porque não tenho filhos, se os tivesse, multiplica tudo isso por mais um).

Eu já passei por tudo isso que vocês passam agora. E com trabalho duro,  a gente sai do outro lado. Aproveitem a energia de vocês pra conhecer as coisas novas, para entender de um ou mais assuntos. Não percam o tempo de vocês se frustrando, porque tempo é precioso. Usem a vontade de fazer pra produzir algo novo e diferente. E ah, sim, cuidem das próprias carreiras. Não deixem que o façam por você.

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Sobre o PMBOK Ágil (Por Jorge Audy)

Fiz vários posts nas redes desde que as primeiras resenhas sobre o PMBOK 6ª edição começaram a sair, mas não aqui no blog para registro. Não é um passo a frente, é apenas o resgate de um gap de 30 anos, desde o mítico artigo de Takeushi e Nonaka em 1986 com “The New New […]

via PMI Agile Practice Guide – boas práticas ágeis há 30 anos — Jorge Horácio “Kotick” Audy

Utilizando Canvas para entender melhor seu produto

Dando uma pausa..pngJá é uma prática de mercado utilizar canvas para obtenção de dados para o que quer que seja, já vi scrum team canvas, machine learning canvas… Tem Canvas para todos os gostos. O canvas acabou caindo no gosto dos analistas, product owners e demais profissionais do mercado porque facilita o entendimento de todas as partes e direciona um brainstorm, por exemplo.

Uma das estratégias comuns para entendimento do produto (e da visão da empresa), são os Business Model Canvas e o Product Vision Board.  Vou focar, hoje, nestes dois canvas.

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PO Proxy – PO Linha

 

BusinessAnalystAsProxyProductOwner

“O Product Owner é aquele que determina as metas e conduz o time na entrega constante de valor” (Cohn, 2009, Succeeding with Agile)

Recentemente assumi um projeto (iniciado a 3 meses por um fornecedor em metodologia tradicional), e projeto apresentava a cada status report a dependência/premissa de ter declarado o PRODUCT OWNER, mas neste caso leia-se dono do projeto, a pessoa que aprova ou não as entregas.

Para o fornecedor essa pessoa deveria ser alguém da área de negócios, e por isto foi apontado um gerente de uma área de negocio, que além de todas as suas atividades diárias ele deveria também tocar as atividades deste projeto (o profissional atribuído a este papel deveria estudar o produto, testar conceitos e construir o produto).

Scrum Guide , uma das referências do assunto, descreve o PO como:

“É o responsável por maximizar o valor do produto e do trabalho da equipe de Desenvolvimento. Como isso é feito pode variar amplamente através das organizações, Times Scrum e indivíduos. O Product Owner é a única pessoa responsável por gerenciar o Backlog do Produto. (…)

Sendo o “Product Owner uma pessoa e não um comitê. O Product Owner pode representar o desejo de um comitê no Backlog do Produto, mas aqueles que quiserem uma alteração nas prioridades dos itens de Backlog devem convencer o Product Owner.”

Cerejinha do bolo, este projeto possui duas áreas de negócios envolvidas (Limão e Laranja e por este motivo não será possível UM Product Owner.

Qual a probabilidade destes DOIS gerentes quererem assumir mais uma função, com uma parte da atividade que eles desconhecem, de um projeto já iniciado e que ele não tinha conhecimento do escopo que foi fechado?

O PO neste cenário é o que chamamos de “cliente”, ele tem noção do que o produto precisa solucionar, mas não tem conhecimentos técnicos para realizar testes, cuidar da evolução do produto e dar diretrizes para o time (pensando na questão técnica), principalmente, sendo dois clientes com objetivos distintos dentro do produto.

Quando me coloquei a par do projeto sugeri trazer uma “nova” função/papel para o projeto, um PO LINHA (tem quem conheça essa função como PO Proxy), essa pessoa tem o perfil de um analista de negócios/requisitos que prepara todo o material (escreve user stories (traduz as necessidades do cliente – E ELE É TIME!), deixa as estórias em critério de ready para inicio da Sprint, declara os critérios de aceite das histórias, faz a ponte com o time) tudo isto em conjunto com os Product Owners do projeto, neste caso os gerentes das áreas de negócio.

Esse caso que estou contanto é recente e tem 10 dias que se iniciaram as atividades e venho contar aqui as evoluções de 2 semanas:

                – O Product Owner consegue tocar todas as suas atividades diárias e o projeto não é considerado um peso (declaração do próprio PO)

                – O PO linha já apresentou as regras de negócio para a primeira Sprint para que o Product Owner valide e dê o seu de acordo (DOR/DOD) e já estamos trabalhando nas histórias de 2 Sprints a frente.

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Roube como um Analista de Negócios (Como assim?)

Outro dia, finalizei o microbook “Roube como um Artista“, e achei genial a forma com que o processo criativo se forma.

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No livro, Austin Kleon demonstra o processo criativo como uma coleção de experiências e referências passadas, bem como um pouco de confiança em si mesmo para explorar e tentar o novo.

Mas daí você pode me perguntar. Priscila, o que isso tem a ver com Análise de Negócios?

Gosto de pensar que a Análise de Negócios em si é um processo criativo, onde compartilhamos nossa experiência e nossos projetos passados, na esperança de melhorar empresas e promover transformação.

E como “Roubar como um artista” na Análise de Negócios?

  1. Conheça as técnicas de levantamento de requisitos, de mapeamento de processos e de conhecimento de negócio;
  2. Tente trabalhar em projetos diferentes em termos de negócio. Entenda de como os negócios se formam, não seja um especialista de uma única indústria, por exemplo: Analista de Negócios especialista em Bancos.
  3. Saia da sua zona de conforto e conheça analistas que fizeram coisas diferentes, pessoas que trabalham em áreas diferentes. Entenda como elas trabalham e se interesse genuinamente pelos processos e pelos motivadores das pessoas.
  4. Colecione estas experiências, mas também viaje, faça exercícios e compartilhe sua visão com as pessoas.

Tenha em mente que, quanto mais você experimentar, mais vivências você terá e mais formas de ajudar seus clientes você terá.

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Meetup Fast Forward Design Thinking

Nesse último sábado, participei do Meetup Fast Forward Design Thinking, organizado por uma galera fera que adora resolver problemas.

Nosso tema era repensar as bibliotecas, e o nosso time pensou em um totem para devolver os livros, que resolveria o problema de empréstimo de livros, já que nossos potenciais clientes não gostam de voltar à biblioteca pra devolver.

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Olha só como eu estou orgulhosa do nosso protótipo. 😁

Neste meetup, a gente não só recebe um treinamento básico de como fazer o Design Thinking, como põe a mão na massa pra resolver um problema. Interessou? Se inscreva no grupo e fique atento aos próximos:

https://www.meetup.com/pt-BR/Fast-Forward-Design-Thinking-Hub-SaoPaulo/

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